CADA VEZ MAIS LONGE

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                  Estreia no cinema:

ESTAÇÃO NET BOTAFOGO, 6 de abril de 2017, 20 h

“Filme independente, de nítido viés conceitual, aborda o assoreamento da Baía de Sepetiba a partir da história de um pescador, João, e sua mulher, Isaura. Com a agressão ambiental, João é obrigado a levar seu barco cada vez mais longe para pescar, o que afeta irreversivelmente o relacionamento com a mulher. Num filme praticamente sem diálogos, em que o tempo e a natureza são também protagonistas, Eveline e Oswaldo nos colocam diante do drama ambiental sem afundar na obviedade do discurso politicamente correto, com poética própria e imagens que nos fazem refletir sobre como o desequilíbrio forçado da natureza afeta as nossas vidas, direta ou indiretamente.”  – Ricardo Cota, O DIA

“Cada Vez Mais Longe, dos diretores Eveline Costa e Oswaldo Eduardo Lioi, apresenta-se como uma sensível e sutil metáfora ficcional à crítica real do assoreamento da Baía de Sepetiba (que nós espectadores só percebemos no final). Aqui, o espectador é imerso na ambiência do universo único, próprio, intimista, pessoal, contemplativo e observador de dois personagens que lutam para sobreviver…”  – Fabrício Duque, Vertentes do Cinema

SINOPSE:

Pescador promete à sua jovem mulher trazer todo o peixe do mundo se ela parar de fazer e desfazer seu crochê. Ele é obrigado a ir cada vez mais longe em busca de peixes. Ela, cada vez mais só, usa as linhas do crochê para trazê-lo de volta. João volta e lhe traz excêntricos presentes encontrados no mar, até sumir no horizonte.

Em meio à degradação ambiental, barcos vazios e abandonados se avolumam como um grande cemitério de rara beleza, e Isaura ainda espera por João.

CADA VEZ MAIS LONGEO assoreamento desenfreado na Baía de Sepetiba (RJ), um dia considerada a segunda maior produtora pesqueira do Brasil, hoje “ocupada” pelas indústrias, reflete no modo de vida daquela comunidade, e afeta o relacionamento entre Isaura e João. Através desta história, o filme revela uma grave questão ambiental.

O assoreamento e a poluição começaram nos anos 60 com a implantação da Zona industrial de Santa Cruz e crescente industrialização dos municípios adjacentes. Suas lamas, ditas medicinais já foram usadas por indicação médica. Hoje, passados quarenta anos, com a expansão industrial, porto e terminal de minérios instalados, esta baía está doente: suas águas totalmente comprometidas por resíduos e suas areias escassas, tomadas por lixo. Este é o lugar onde Isaura espera por João até ele não voltar mais. Apesar da degradação ambiental, pescadores tentam sobreviver ali.

PRESS BOOK

Pré estréia – IMS – INSTITUTO MOREIRA SALLES – 18 de DEZEMBRO de 2014;

18ª Mostra de Cinema de Tiradentes (Mostra Praça) – 30 de JANEIRO de 2015;

“Encontros com Cinema Brasileiro – ANCINE” Centro Cultural do Banco do Brasil/ Rio de Janeiro – selecionado pelos curadores Charles Tesson, da Semana da Crítica do Festival de Cannes e Diana Sanchez da Mostra de Filmes Latinos do Festival de Toronto no com Projeções Exclusivas: 27 de JANEIRO de 2015 e 4 de JUNHO de 2015;

3ª edição do III FBCI – Festival Brasil de Cinema Internacional (Menção Honrosa) “Seção Competitiva Nosso Planeta” / Rio de Janeiro – 22 de AGOSTO de 2015.

17ª edição do Festival Kinoarte de Cinema – “Mostra Brasil” / Londrina – 18 de SETEMBRO de 2015;

13 ª edição do FestCINE AMAZÔNIA / Porto Velho – 15 de OUTUBRO de 2015;

Multicidade – Festival Internacional de Mulheres nas Artes Cênicas (Filmes) / Rio de Janeiro – 5 de NOVEMBRO de 2015;

Art Bioskop (Art Cinema) na Fundação Kolarac / Belgrado, Sérvia – 26 de JANEIRO de 2016.


Direção: Eveline Costa e Oswaldo Eduardo Lioi

Elenco: Fernando Alves Pinto, Branca Messina e Neila Tavares.

Roteiro: Oswaldo Eduardo Lioi

Direção de fotografia: Luís Abramo

Fotógrafo Assistente: Walfried Weismann

Montagem: Diana Vasconcellos

Continuísta: Maria Elisa Freire

Direção de Arte: Oswaldo Eduardo Lioi

Produtora de Arte: Patricia Barreto

Figurinos: Simone Aquino

Figurinista Assistente: Marcela Poloni

Assistente de Figurino: Renato Paschoal

Costureira: Fátima Felix

Maquiagem: Marina Beltrão

Maquiagem de Set: Fábio Yamasaki

Edição de Som: Maria Muricy

Mixagem: Vinícius Leal

Música Original e Violão: Thiago Trajano

Violoncello: Luciano Corrêa

Acordeon: Priscilla Azevedo

Still: Bruno Abadias e Rafael Ski Carvalho

Direção de Produção: Pedro Diniz

Produção Local: Emanuele Borba

1ª Assistente de Direção: Aline Guerra

2ª Assistente de Direção: Sara Soares

Assistente de Câmera: Bruno Abadias

Assistentes de edição: Bruno Abadias e Pedro Salim

Logger: Gustavo Orlando

Técnico de som: Alexandre Bonfim

Boom Man: Rafael Ski Carvalho

Assistente de Produção: Marcelo Wagner Berto

Secretária de Produção: Akiê Taniguti

Assistente de Arte: Vanessa Lopes

Estagiária de Arte: Emanuelle Borba

Crochês de Cena: Gloria Lioi Fonseca

Consultor de Pesca e Maré: Alexandre da Conceição

Barqueiro: Júlio Rosa

Motorista: Daniel Lopes

Produtores Executivos: Oswaldo Eduardo Lioi e Eveline Costa

Produtoras: Carla Belletti e Eveline Costa

Produção: Sequência Filmes e Kadiwéu Cinema

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